Este ano não foi perfeito, e ainda bem!
Teve bugs emocionais, dias em modo avião, decisões adiadas e momentos em que a vontade era carregar em “reiniciar sistema”.😅

Houve falhas e apagões, claro. Mas também houve progresso silencioso, daquele que não dá post bonito, mas muda tudo por dentro. ✨

E só agora, enquanto escrevo, é que estou a dar conta que afinal… alcancei uma nova versão minha.
Ora, vamos por pontos (porque isto merece organização mínima 😄):

  • apesar de ainda parecer o corcunda de Notre Dame com o peso todo às costas, saí da zona de conforto várias vezes , e fui feliz por isso;
  • o meu hamster interior, aquele que adora correr na rodinha, aprendeu a abrandar e a viver o dia-a-dia com mais calma e amor;
  • conheci pessoas, e outras reaprendi a conhecer, aceitando com mais leveza que não agrado a gregos e troianos;
  • defini limites, removi outros, desaprendi muita coisa… basicamente joguei a carta Reverse do UNO em mim própria.
Foi muito mais do que isto, acreditem. Só que é maçador estar aqui apenas a falar de mim e a minha memória tem mais preguiça. Sou mais de lembranças emocionais, menos mentais. 😁

Há cinco anos que deixei de ver o ano novo como um fim e um começo, para mim, é só a continuação de um desenvolvimento.
E, honestamente, viver assim é bem melhor do que carregar a pressão ideológica do tempo. 🙄

E tu, já pensaste no teu ano? Não lhe ponhas medidas ou pesos. Apenas coisas simples, daquelas que realmente contam. Se quiseres, deixa a tua mensagem também. 😉

Quanto a 2026, que venha com amor, humor e algum esplendor. 💙

E se me permitires, eu vou continuar a dar os três neste blog, por isso espero que continues por aí.
Porque, tal como em Star Wars, a saga continua em 2026: com falhanços dignos de Stormtroopers, e, aqui e ali, uma dose de Yoda sábio quando menos se espera. 🤣